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Amadeus Marek é um genealogista do clã Tzimisce. Guardião da Biblioteca dos Esquecidos. Posa como um simples monge Obertus que fixou residência na Abadia de São Vlas.

BiografiaEdit

Amadeus Marek [Zaliko Bogescu]:


A ideia é a seguinte: ele é o Myca Vykos versão heterossexual. É um Tzimisce versão Tzimisce e não versão puta viajante da porra. A história do cara que se tornou Amadeus Marek começa com outro nome: Zaliko Bogescu.

Ao longo de sua vida como um revenante Obertus, Zaliko Bogescu jamais fora visto como uma pessoa refinada dentre seus primos – era considerado nada mais que uma bucha de canhão, um homem de ação a serviço do Dracon. Violento e impiedoso, ele galgou a hierarquia Tzimisce através da brutalidade, confiando apenas em seus instintos e seu treinamento para servir como guardião da ordem monástica a qual pertencia (que atravessava um momento de turbulência após Antonius declarar guerra às ordens do Dracon). Naqueles tempos, em nada lembrava o plácido Amadeus Marek que se observa atualmente.

Quando a estrutura de poder que servia entrou em decadência e Constantinopla caiu, o revenante recebeu a missão de fugir com tesouros do clã para reagrupar em terras mais amigáveis – o local do exílio seriam as terras natais de Zaliko Bogescu, motivo pelo qual ele foi designado para a missão. Nesta empreitada, encontrou aliados em uma Casa de magos herméticos conhecida como Tremere. Em troca de apoio logístico e ‘intercâmbio cultural’ entre as organizações, o jovem Tzimisce usou de sua influência para permitir que Casa Tremere criasse capelas em território Polonês .

Poucos anos depois foi traído pelos Feiticeiros, pois Tremere utilizou sua potente magia aliado ao conhecimento ritualístico de Goratrix para tornar cainita seu círculo interno através da ingestão de poderoso sangue Tzimisce, (que como Narrador, sei que pertencia ao matusalém Tzimisce Gallod). A esta altura, a reputação de Zaliko Bogescu já havia sido dolorosamente danificada e ele sofrerá diversos atentados contra sua não-vida. Ele foi obrigado a deixar a Krakóvia para lamber suas feridas, jurando vingança contra seu rival Goratrix e de todos os membros usurpadores do clã feiticeiro. Foi neste momento que, com ajuda de seus irmãos Obertus, trocou de nome (e aparência, um dos benefícios da Vicissitude), escondendo as relíquias Tzimisce em uma torre no interior da Polônia, enquanto cavalgava ao lado do Voivoda de Kislansky em uma terrível vingança contra os odiados Tremere, aqueles que considerava responsáveis pelo estado fracionário do Clã Tzimisce. Alguns teorizam que décadas de Diablerie podem ter afetado sua sanidade, ou que os resquícios das almas dos Tremere absorvidos alteraram sua própria alma em um nível extremamente profundo. Outros dizem que ele recebeu um chamado superior, algo que precipitou uma nova perspectiva sobre sua existência. O fato é que depois de muitos banhos de sangue, Amadeus Marek estava cansado. Ele abandonou a luta, resgatou as relíquias do clã e decidiu permanecer afastado dos centros de poder. A fama de sua crueldade entretanto, estava consolidada.

Procurou então por um lugar afastado onde pudesse manter-se ocupado com suas responsabilidades em tempo integral. Seu comportamento estava se modificado drasticamente nessas últimas décadas, tornava-se cada vez mais sedentário, sem vontade de deixar suas terras. Passou cada vez mais tempo em guarda sobre os tesouros do clã que estavam sob sua custódia, e justamente quando esperava ficar isolado finalmente fixando residência na antiga torre, a civilização o alcançou e o impediu de se deixar levar pelo torpor. A ordem dos monges beneditinos – que não por acaso, estava infiltrada pelos Obertus - decidira que aquele local seria perfeito para a instalação de seu monastério no coração da Polônia (que teria a função de servir como uma espécie de corte de exilados dos países ocidentais). Novamente a Jyhad forçava sua entrada na existência desse vampiro.. ele começava a suspeitar que a cadeia de eventos que formou sua vida não foram mero acaso, mas sim, design inteligente, executado por interesses incomensuráveis.

Ele era mesmo o senhor do seu destino, ou apenas dançava conforme um cenário que havia sido deliberadamente planejado de forma que ele não pudesse se comportar de outra maneira que não aquela?!

É possível que, após sorver a alma de tantos Tremere, ele tenha sido contaminado com uma espécie de ‘insatisfação residual’ daqueles vampiros em relação aos abusos perpetrados através da pirâmide hierárquica do clã? A resposta para essas perguntas nem Amadeus sabia, e portanto a insatisfação crescia dentro dele. Seu estado sedentário permitiam tais contemplações, e sua sede por respostas fez com que navegasse os oceanos do saber que estavam à sua disposição. O ex-diablerista tomou como norte de suas pesquisas a liberdade, um sentimento pelo qual ansiava, mas que lhe parecia tão distante.

Em seus estudos ele redescobriu um pergaminho que contém um ritual que em teoria seria capaz de quebrar o Laço de Sangue (algo que ficaria conhecido no futuro como ‘Vaulderie’). Essa informação, porém, ele mantém no mais absoluto sigilo e seria capaz de matar e torturar sua própria mãe de formas cruéis a fim de proteger esse segredo. Tudo isso pode ser meramente uma farsa elaborada por parte do vampiro da Abadia, porém os próprios Obertus teorizam que as inúmeras diableries fragmentaram a mente de Zaliko Bogescu, que se refugiou do massacre psíquico criando a personalidade de Amadeus Marek, uma psique completamente nova para um nome e aparência completamente novos. Era como se Zaliko jamais tivesse existido, uma verdadeira metamorfose (o que lhe rendeu um bom status entre aqueles que conheciam sua verdadeira identidade).

De fato, nas noites atuais apenas os mais sagazes prestam atenção ao recluso Tzimisce Obertus que clamou domínio sobre a Abadia de São Vlas depois de ter abandonado seu nome original. Porém o renome adquirido no passado aliada à sua posição de neutralidade desencorajam tentativas de conflito aberto contra Amadeus Marek. Ele meramente clama domínio sobre a Abadia e nenhuma terra adjacente. Na corte de Kislansky, confia a representação do território ao nobre Salubri de Ossolinski (na visão tradicional Tzimisce, Amadeus é um voivoda que utiliza o cavaleiro Salubri como seu cortesão). Por sua dedicação, os primos revenantes de Amadeus passaram a admirá-lo como um homem de profundas contemplações e raro colecionador do saber entre os Tzimisces.

No centro da Polska, Amadeus pode ser considerado a maior autoridade no que diz respeito à história e genealogia do Clã Tzimisce, uma vez que diversos pergaminhos sobreviventes da debandada de Constantinopla estão entre as riquezas do clã – com efeito, Voivodes usam seu conselho e seu prestígio cresceu junto com o mistério acerca de sua figura. Os Obertus regularmente recolhem raros volumes e confiam à Biblioteca dos Esquecidos de Amadeus Marek para sua manutenção e salvaguarda. A Abadia de São Vlas é refúgio não apenas de pessoas exiladas, como de volumes exilados também.. é um dos maiores bolsões de conhecimento da Europa Oriental bem ali, sem estrutura para que seja utilizado.

As atenções dele não são tão alienadas quanto o próprio vampiro aparenta. Amadeus Marek tem olhos e ouvidos em quase todas as grandes cidades do Leste Europeu, infiltrados tanto na Igreja Católica quanto na Ortodoxa (uma vez que conta com o serviço de informação dos monges Obertus). Entre o tesouro sagrado, sem que ninguém perceba , encontra-se um sarcófago onde descansa o Dracon de Bizâncio.

[desenvolver mais esta introdução de bosta]


Características do PersonagemEdit

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GaleriaEdit

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ReferênciasEdit

Sei lá..

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