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Grupos políticos de maior relevância para a Polska entre o período 1102 – 1135 serão descritos a seguir.

A Igreja católicaEdit

A igreja polonesa estava encontrava-se em estrita aliança com a nobreza Szlachta, uma vez que seus ideais (o controle social e aquisição de mais poder) eram complementares e de fato havia uma relação de interdependência entre a nobreza e o clero, pois enquanto a nobreza providenciava proteção, o clero providencia legitimidade. Muitas das políticas clericais estão ligadas a assuntos extremamente terrenos, uma vez que a igreja influencia diretamente o estado, (seja através de pregações, formando opiniões ou mesmo através das discussões a respeito da lei canônica, criando jurisprudência). O papel da igreja era aquele do articulador, do facilitador, o manipulador.

Os GermânicosEdit

Após a abdicação de Henrich IV em 1105, quem assumiu o trono foi Henrique V ou Heinrich V, (entre 1106 até 1125), foi o quarto e último governante da dinastia Sália de Sacro Imperadores Romanos. Forçou a abdicação de seu pai, Henrique IV, e obteve a sua eleição como rei, sendo coroado Imperador em 1111. Morre sem deixar herdeiros varões.

É sucedido em 1125 pelo duque da Saxônia que governa até 1137. Seu nome era Lotharius, alguém que mais tarde se tornará um Tremere destinado a ser príncipe de Viena a partir do ano de 1155 – e senhor de Karl Schrekt. Durante seu reinado no Sacro Império Romano Germânico incentivará os saxões a se instalar nas vastas e indomadas terras a leste do seu reino. O estereótipo de trabalhador e sisudo acompanha estes alemães, e os colonos têm feito muito para desenvolver as maiores cidades do reino polones. Eles também têm uma reputação de comerciantes confiáveis.

Indivíduos notáveis do Sacro Império Romano Germânico

  • Frederick II – Imperador do Sacro Império Romano Germânico, Rei da Sicília e Nápoles. Um ambicioso e manipulador monarca que recentemente retornou da Terra Santa e vem considerando suas opções de conquista no norte da Itália.
  • Henry VII – regente da Alemanha. Neto de Henry VI, filho do imperador Frederick II e Constância de Aragão. As águas políticas estão turbulentas, especialistas indicam que poderá opor-se ao seu próprio pai, revoltando-se abertamente.
  • Gregório IX – Papa. Um reformador, politicamente interessado em expandir e consolidar o poder Papal na Itália e na Polônia. Aliado de Frederick II, mantém suas mãos longe da Alemanha em troca de múltiplas concessões na Itália – ele parece alheio ao fato de que Frederick cobiça o mundo inteiro.
  • Hermann Von Salza – Grão-mestre da Ordem dos Cavaleiros Teutônicos. Este pio homem liderou o êxodo de sua ordem em direção ao Leste em 1226. Salza pretende fundar um estado no oriente para que os Cavaleiros Teutônicos governem. Secretamente, é um dos carniçais de Lorde Jürgen Von Verden.

Os BoêmiosEdit

Muitos boêmios do 12 º através dos séculos 14 consideram as terras polonesas vizinhas como suas por direito. Alguns chegam a espalhar contos de quando a terra foi prospera e a vida era boa (ao contrário do que ocorria no século 12). Os poloneses, por outro lado, recusam-se a acreditar que há alguma ligação entre os Boêmios e a abundância dos tempos antigos.

Os Boêmios levam uma vida difícil, especialmente porque seu território foi alvo de grandes escaramuças por parte das nações vizinhas. Compostos principalmente por agricultores, a maioria deles está distante das fileiras da nobreza. Eles, no entanto, têm o seu próprio sistema de justiça e sua civilização se encontra em ascenção. Os "sábios anciões" de suas aldeias fazem a gestão de problemas sociais que os senhores dos castelos não são capazes de compreender.

Os MongóisEdit

A partir de 948 dC, as hordas mongóis do Oriente começam a subjugar diversos povos em sua marcha em direção à Europa. Dois herdeiros do grande Ghengis Kahn rumam inexoravelmente à um conflito contra as civilizações ocidentais. O nômades mongóis são fortemente influenciados pelos Gangrel. Ganharam força com suas táticas de cavalaria leve que lhes permitiram atacar e recuar com velocidade sem precedentes. Eventualmente, os europeus terão que enfretá-los, e nesse dia a Polônia e Hungria se tornarão sangrentos campos de batalha.

OutrosEdit

  • Andreas II – Rei da Hungria. Apesar do poder considerável e da extensão de seu reinado, Andreas é um Rei fraco, incapaz de controlar seus nobres e barões. Sua tentativa de comprar sua lealdade com o édito do Touro Dourado apenas enfraqueceu ainda mais sua influência. Ele é o responsável por chamar os Cavaleiros Teutônicos até a Hungria, (e eventualmente deverá ser responsável por expulsá-los, ou morrer tentando).
  • Ivan Asen II – Tsar da Rutênia. Descendente direto de Ivan Aesen que lutou para libertar seu país do jugo Bizantino. Aesen II reina sobre a Bulgária no apogeu de seu poder e está determinado a fazer sua nação ainda mais poderosa. Até o momento, não forçou sua passagem através dos territórios poloneses, mas nunca se sabe o que novas administrações são capazes de fazer.

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