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Sistema: Vampiro - Idade das Trevas

Narrador: Rafael Dugatto

Cenário: Polska by Night

Local: Reino da Polônia

Data: por volta de 1102 – 1138

LOG LINE: jovens vampiros tentam sobreviver e prosperar em uma terra a beira do colapso, enquanto marés da guerra ameaçam afogar a todos em seu próprio sangue.

O FEUDO DE KISLANSKY

Ao longe, pouco separa as terras de Kislansky de tantos outros feudos rurais da Polônia medieval. A agricultura persiste como meio de subsistência das populações eslavas que povoam a região sul do Mar Báltico. O paganismo ainda se mantém enraizado na cultura popular, porém já se faz sentir a pesada sombra da Igreja Católica sobre as estruturas de poder. O Duque de Kislansky defende uma posição discreta na política de vizinhança a partir do castelo Ujazdów [u’jazduf] situado no topo da colina Tumskie, concentrando-se em manter seus domínios a salvo dos cobiçosos nobres locais, tendo em Lódz seu principal rival (que há muito sonha anexar as terras a oeste do Vistula).

Kislansky prospera sob o jugo de vários nobres menores que comandam suas próprias terras de direito por nascimento, sendo o Duque de Kislansky o mais rico proprietário do feudo, detentor da vassalagem de todos cavaleiros a quem outorgou propriedade sobre estas porções de terras. Sendo assim, os votos de fidelidade são renovados a cada sete anos em uma assembléia realizada com um banquete de muita pompa.

Dentre os Cainitas, o atual príncipe é um Ventrue chamado Russel Hámundr

( Tenho que expandir essa parte, falar mais sobre Kislansky. Aí depois emendar com a descrição de Ossolinski.)

(...)

A capital do feudo de Kislansky tem uns 16400 habitantes. Várias estradas convergem ali.

A segunda maior cidade do Feudo tem 5200.

Ossolinski tem 1000.

Kaer Morhen tem 800 aldeões que suportam + 88 guerreiros.

A Polônia tem uma área total de 200,700 quilômetros quadrados. Com um clima relativamente bom, e apenas algumas áreas rochosas, muito embora tenha um interior rico em veios d’água.


Sua população gira em torno de 6.6 milhões, com uma densidade média de 3,5 pessoas por quilometro quadrado.



Sua maior cidade, a Krakóvia, tem uma população de 59.000 pessoas.



Em seguida Gniezno, com 39000


Gdansk com 30000


Szczecin 27000


Lóds 18000


Kislansky 16400


Volthyrm McClannach Cormidigar Oberthrush



Existem outras sete pequenas cidades do mesmo tamanho de Kislansky espalhadas pela Polônia, e muitas outras aldeias.




A população representa cerca de 3% do total do Reino, o resto é rural. Existe um centro urbano para cada 7500 quilômetros quadrados.

Hierarquia entre os nobres:

1-      ''Rei

2-      ''Duque

3 - Barão

4 - Conde

5 - Visconde

6 - Earl

7 - Cavaleiro/Nobre com feudo

8 - Cavaleiro/Nobre sem feudo

9 - Nobres sem terra

10 - Escudeiros

11 - Segundo ou terceiro filho de um nobre com terras (que geralmente se tornam escudeiros ou sacerdotes).

 

Quem governa?

abaixo fiz um texto usando os títulos do Game of Thrones como inspiração, (não reparem).

 

Lorde – Figura que carrega toda simbologia do regime. O capitão e rosto do Domínio.

Russel Hámundr, o príncipe Ventrue

Senescal do lorde – Quem faz a gestão do Domínio.

Dagor, Ventrue protegé (unbounded)

'Senhor' Comandante da Guarda Real – Manda no exército de elite do reino.

Kerak, a leoa. Campeã Salubri e Xerife do reino. Blood bounded to the Prince.

Mestre do Tesouro - Chefe da Tesouraria e gestor das finanças do reino.

Conde Kislansky, carniçal Ventrue do Russel Hámundr – blood bounded to the Prince.

Mestres das Leis – Três especialistas nas leis e sistema de justiça do reino. Conselho.

-Mochaen (Tzimisce)

-Toreador mais velho (Dra. Chupisca) Toreador

-Brujah mais jovem

'Mestre' dos Sussurros - O espião, e chefe da inteligência.

Akuji, a sem coração (Nosferatu) blood bounded to the Prince.

Mestre das legiões: o senhor que possui mais exércitos na terra, além do próprio Príncipe. Atua como comandante de campo na ausência do Príncipe ou de seu Xerife.

Conde Nur – Tzimisce.

Grande Mestre - assessor e referência em questões de cultura e sabedoria.

Amadeus Marek – Tzimisce.

O rei' e sua corte:

Rei: Russel Hámundr

Rainha: Kerak, a leoa
Príncipe herdeiro: Dagor

Outras' crianças Jaroslav Ossolinki, possível herdeiro

Ivar, possível herdeiro da guarda real

O Conselho' Pequeno Kerak, a Mão do Rei Amadeus Marek, o sábio

Conde Nur
Lorde Mochaen, da colina silenciosa Brujah mais jovem

Zec Sokolov, ou Doutor Chupim, o “Toreador” mais velho (Sen-pai)
Akuji, a sem coração

A' Guarda Real Kerak, a Leoa de Kislansky Sir Dagor, herdeiro Ventrue Cavaleiro Leproso, Nosferatu

(treinamento) Personagem 1 – Ivar, o mestre da caça

(treinamento) Personagem 2 – Jaroslav Ossolinski, o cavaleiro oracular

(treinamento) Personagem 3 – O ex-condenado (Tzimisce?)

(treinamento) Personagem 4 – O homem em busca de vingança.

Os demais são carniçais (detalhados mais adiante)

 

Servos' notáveis Albino, o fantasma de Kislansky – Caitiff

Kalvin, o poeta (Rapaz Lua) – Malkaviano Azeem, o negro (Assassino secreto do Príncipe) – Assamita

Dragomir Basarab – O bastião da fronteira sul

Outros' Personagens Unre, cria de Lázarus. Que um dia libertará os precursores do ódio.

Madame Fanchon e Erik, os Tremere da Polônia.

O Piá Selvagem, gangrel que segura a fronteira com os lupinos Dominic, o ancião Brujah inspirado no Riddik

Gêmeos Toreador, Autarcas Gangrel, Sittão dos Ravnos.

Dinheiro:

Deveres do mestre do tesouro (carniçal ventrue) incluem manter em conta as receitas e despesas do tesouro real, recebendo relatórios dos funcionários reais, supervisionando a cobrança de impostos e direitos aduaneiros. É ele quem tem que pedir dinheiro emprestado e, no caso de ser o mestre do tesouro do Conde de Kislansky, fazer a gestão da tesouraria e das shops. O mestre do tesouro supervisiona um grande número de escritórios, incluindo os guardiões das chaves do tesouro, o contador do Rei, os oficiais encarregados do transporte de valores, os mestres dos portos, fiscais agricultores, produtores de lã, coletores de pedágio, etc. Feudos menores e mais pobres geralmente não possuem um Mestre do Tesouro, sendo suas funções acumuladas na posição do Senescal do Lorde, como é o caso de Ossolinski.

Justiça da época:

Lordes donos de terras têm o poder de julgar casos que surgem em seus domínios. Um lorde não pode julgar outro de igual hierarquia. Apenas aos grandes Lordes é dado o direito de administrar a alta justiça, condenando outro nobre à pena capital.

É dever de um Lorde manter a paz, ouvir petições e fazer justiça bem como adminitrar punições aos seus súditos em nome de seu Senhor, e, sucessivamente, em nome do Rei. Os Lordes podem confiar tarefas aos seus juramentados, cavaleiros e oficiais de justiça, para ajudá-los a manter a paz, realizar julgamentos locais e supervisionar execuções. Se o senhor local é incapaz de dar a sentença, essa tarefa recai ao Lorde que detém o domínio de toda  região e, finalmente, caso nenhum deles seja competente, somente o Rei pode dar a sentença, como autoridade final.

O Lorde, ou seus oficiais, realizam cortes locais, ouvem petições e denúncias e governam com base nas provas de fato e de direito. Embora a Polska tenha um conselho composto de 3 advogados chamados de “Mestres das Leis” (Mochaen, Brujah jovem e Dr. Chupim), o que sugere alguma forma de lei ordinária, entretanto, geralmente a justiça é em grande parte baseada no costume local e experiência dos julgadores. Sendo assim, muitas vezes se torna sensato fingir que não viu nada para manter a paz e evitar um julgamento.

Administração das penas:

A noção de justiça depende muito da classe social a que pertence o réu. Embora a maioria dos feudos tenha leis que protegem os plebeus de abuso ou maus-tratos excessivos por parte da nobreza, elas são executadas em vários graus, dependendo da disposição do senhor local ou a situação do acusado. Como a maioria dos erros pode ser expiado pelo pagamento de uma multa, a conduta da justiça é diferente para as pessoas comuns e para os nobres ricos, especialmente se eles possuem alto status e influência política, (nesse caso muitas vezes fazer vistas grossas está no melhor interesse do senhor local.

Além disso, nobres, possuem mais direitos por lei: eles não podem ser negados julgamentos e contam com maior permissividade em sua conduta. Um nobre acusado pode exigir julgamento por combate ou o menos usado julgamento de sete e deixar os deuses o julguem. “Botar a batina” e se juntar a Igreja, é uma alternativa para a punição criminal. Ao tomar a batina, crimes menores são perdoados e ele é treinado no sacerdócio cortando todos os laços anteriores. Adicionalmente, apenas um cavaleiro da Guarda Real pode defender um rei ou rainha em um julgamento por batalha. Os vampiros da Polska contam com a mesma permissividade dos nobres, quando julgados pelo poder de seu soberano.

A maioridade legal para homens e mulheres chega aos 16 anos. Julgamentos, pelo menos entre os mortais, muitas vezes são iniciados com uma oração rogando à Deus para orientá-los em direção à justiça. O acusado e testemunhas fazem um juramento de honestidade sobre a Bíblia e defendem seu caso em um julgamento.

A punição para a traição e quebra de juramento é a morte. Caçadores e ladrões podem escapar apenas perdendo uma mão. Várias mutilações costumavam ser impostas por agressão, a castração comum no caso de estupro, e açoitamento para crimes menores são a punição comum para os membros das classes sociais mais baixas, a sua gravidade determinada tanto pelo número de tacadas.

Execuções são geralmente realizadas por enforcamento ou decapitação. Para os crimes mais bárbaros, penas duras como a "gaiola dos corvos" é usada, em que a vítima se encontra presa sem comida ou água até a morte. Seu nome vem dos corvos, que muitas vezes acabam banqueteando-se com a carne do criminoso. Durante o reino do antigo Voivode, a gaiola dos corvos era chamada de “gaiola dos peixes”, uma vez que os cainitas criminosos eram estacados e depositados em barris reforçados, que então passavam a residir no fundo lamacento do lago que existe nas margens da cidade.

Esfolamento foi banido pelo primeiro rei polonês, Boleslau, o Bravo – entretanto continua a ser praticada pelos Lordes mortais mais severos (desnecessário dizer que os Tzimisce desconhecem qualquer espécie de édito mortal).


 

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